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Vector 2 é a novidade da Nansen para medição em micro geradores de energia e clientes do grupo B das concessionárias

Referência em confiabilidade no mercado, o Vector está ainda melhor e a segunda geração chegou cheia de novidades.

15/05/2017


A nova geração de medidores Vector acaba de chegar ao mercado. O Vector 2, disponível nas versões P A e P AR (para medição de energia ativa e energia ativa e reativa), é o medidor ideal para micro geração e para clientes residenciais e comerciais de baixa tensão. O registro bidirecional apresenta ao consumidor, que possui fonte de geração própria, o consumo obtido da rede e o excedente exportado para a distribuidora. Em caso de produção de energia superior ao nível de consumo, este saldo pode ser convertido em créditos junto a concessionária.

O Vector 2 mantém as características da primeira geração que fizeram deste medidor uma referência em qualidade no mercado. Com um projeto moderno, que prioriza confiabilidade, o medidor traz algumas funcionalidades novas. Entre as novidades se destacam o novo sensor de corrente tipo SHUNT, que combate as fraudes realizadas por campos magnéticos, e o terminal gaveta, que facilita a instalação e melhora a resistência do contato, o que reduz o risco de sobreaquecimento.   O terminal pode ser fabricado em latão, alumínio ou aço estanhado.

Entenda o sistema de compensação para micro e mini geradores de energia

O sistema de compensação não tem como intuito gerar receitas diretas para os consumidores produtores, mas promover a redução dos custos associados à utilização de energia elétrica.  No caso da geração solar, em dias nublados ou à noite, esses mini geradores (micro geradores) utilizam a energia produzida e distribuída pela concessionária, já que não está previsto o armazenamento desse excedente. “Se, mesmo assim, ele produziu mais energia do que consumiu, ele recebe um ‘crédito’ em quilowatt-hora (kWh), informado nas próximas contas, e que pode ser utilizado no prazo de 60 meses”, explica Carlos Alberto Monteiro Leitão, engenheiro eletricista da Cemig.

O investimento para esse tipo de geração de energia ainda é alto, e pode ser feito por consumidores de pequeno ou médio porte, independente de serem pessoas físicas ou jurídicas. “São necessários entre quatro e seis anos para que o desconto em conta de luz cubra o investimento feito em fontes alternativas de micro e minigeração energética. Considerando que o sistema tem vida útil de 25 anos, é possível ter cerca de 20 anos de retorno, ou seja, de ‘compensação no consumo’”, aponta Leitão. Se produzirem 100% da demanda energética, os consumidores podem, virtualmente, pagar apenas pela taxa mínima estipulada pelas concessionárias para manter disponível a rede, caso seja necessária ao usuário.

A solução é vantajosa para ambos os lados, pois as concessionárias também se beneficiam da micro e mini geração. Com o “empréstimo” de energia, diminui-se a quantidade de grandes investimentos em infraestrutura, já que a rede de geração de energia passa a ser maior e mais próxima aos pontos de consumo, minimizando, consequentemente perdas, desperdícios, custos e impactos ambientais. Além disso, é importante observar que os micro e mini geradores devem seguir normas técnicas que conferem a segurança das instalações elétricas e a proteção dos usuários e do sistema.

Mais opções para medição bidirecional

A linha de medidores Nansen com funcionalidades voltadas para Micro e Mini geração Geração Distribuída (MMGD) continua crescendo. Desenvolvidos para atender a consumidores dos grupos A e B, nossos produtos possuem diversas opções de tecnologias de medição e interfaces de comunicação com sistemas de gerenciamento. A resolução normativa 482 da ANEEL, de dezembro de 2012, permite ao consumidor brasileiro gerar sua própria energia (micro e mini geração) e, em caso de geração excedente, comercializar o saldo para a concessionária.

Os medidores Nansen compatíveis com a MMGD são Vector 2 P ARSpectrum S-200 FXSpectrum K ART, Spectrum K-2,5ART e KS 70 14, todos contêm a opção de medição bidirecional. As aplicações possíveis vão desde a medição da energia ativa e reativa, consumida e gerada, até possibilidades de gerenciamento mais avançadas como leitura de demanda, memória de massa para gestão do histórico do consumo, múltipla tarifação e interfaces de comunicação (RS-232, RS-485 e PIMA), que permitem o tratamento dos dados disponibilizados pelo medidor por Centros de Medição.